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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Teatro Sesi Campinas apresenta "Adoniran", com o Ballet Stagium

O teatro do SESI Amoreiras receberá nos dias 1 de junho, sábado às 20h e no dia 2 de junho, domingo, às 16h e também às 19h o espetáculo “Adoniran”, da Associação Ballet Stagium. A peça é uma linda homenagem a Adoniram Barbosa, o pai do samba paulista.

No centenário de nascimento de Adoniran Barbosa, o Ballet Stagium dança Adoniran, o poeta paulista que, por sua obra musical, retrata a cidade de São Paulo mediante um dos fundamentos de sua formação como cidade moderna: o amálgama entre culturas. A partir do bairro da Bela Vista, vai misturando cultura européia – italianos do Bixiga - com cultura do Brasil, notadamente aquela de extração africana, as duas se entrelaçando na origem deste bairro central da capital de São Paulo. O que resulta são os sotaques próprios de suas antológicas canções, como Samba Italiano, Iracema, Mariposas, Bom Dia Tristeza, Tiro ao Álvaro, Saudosa Maloca e Trem das Onze.

Décio Otero cria sobre estas partituras, sua escrita coreográfica, transformada em espetáculo por Marika Gidali, em elenco renovado, onde todos permanecem em cena como um coro cênico que comenta as ações dos solistas, duos e trios. O coro é como São Paulo, metáfora de multidão, de onde se descolam os bailarinos para dançar os cotidianos dramas das canções do compositor da Bela Vista.

Em cena, além da tradução das canções de Adoniran, ainda temos uma possível representação de uma figura sua - na forma de clown, maestro sem orquestra, mago que observa a ação que se vai tecendo, ao longo do espetáculo. A fábula subjacente a este personagem, que tudo observa, remete ao compositor, que em permanente e inquieta observação da vida dos habitantes simples de uma cidade em constante mutação, dela pinçava a poesia diária - trágica, cômica, estética, fugaz.

Também como Adoniran, e de longa data, Décio Otero e Marika Gidali, diretores do Ballet Stagium, também observam o país em que vivem. 
A partir dele, encarado como permanente “dramaturgia de origem”, nos apresentam obras sobre nossa cultura e sensibilidade. São quarenta anos de atividade estética, transformando em metáforas corporais as “coisas do Brasil”. Adoniran é criação desta trajetória, fundamental para a arte de um país plural, onde muitos sotaques e pronúncias, também pronunciados através da dança, devem ser conjugados sem cessar.

Ficha Técnica
Direção: Marika Gidali
Coreografia: Décio Otero
Música: Adoniran Barbosa
Elenco: André Luiz Odin, Afonso Monteiro, Marcos Palmeira, Ariadne Okuyama, Camila Lacerda, Edilson Pereira, Eduardo Maschette, Jessica Fadul, John Santos, Marcia Freire, Marcos Veniciu, Paloma Silva, Paula Perillo, Renata Medeiros, Rafael Carrion e Renée Weinstrof
Iluminação: Edgard Duprat
Sonorização: Marcelo Gidali Jannuzzi
Figurino: Marcio Tadeu

SERVIÇO
Espetáculo: Adoniran
Local: Teatro do SESI Amoreiras Campinas - Av das Amoreiras, 450, Parque Itália.
Datas e horários: 1 de junho, sábado - às 20h e 2 de junho, domingo - às 16h e às 19h.
Capacidade: 366 lugares e 8 para cadeirantes
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Gênero: Dança
Informações: (19) 3772-4100.
Entrada gratuita – os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do início do espetáculo.
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Visite o site do SESI Cultural: www.sesisp.org.br/cultura
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quarta-feira, 8 de maio de 2013

"As Polacas - Flores do Lodo" será apresentado sábado e domingo no Teatro Sesi-Campinas

O grupo Bonecas Quebradas Produções Artísticas encena o drama "As Polacas – Flores do Lodo", no Teatro do SESI Amoreiras – Campinas, no dia 11 (sábado) às 20h e 12 (domingo) às 16h e 19h. A entrada é gratuita. O grupo constitui-se de atrizes e pesquisadoras das artes cênicas, cujo o interesse comum é criar espetáculos com temas do universo feminino em variados contextos. O espetáculo é vencedor do prêmio Miriam Muniz 2012, da Funarte.

Idealizada pela atriz Luciana Mitkiewicz, a peça estreou em outubro de 2011. Em cena, o encontro de prostitutas judias que emigraram do Leste europeu para o Rio de Janeiro no fim do século XIX e início do XX com as prostitutas negras brasileiras. Conhecidas como polacas, as jovens fugiram da fome e da perseguição religiosa espalhando-se pelas Américas. Pobres, semianalfabetas, longe de suas famílias e sem dominar o novo idioma, boa parte delas foi aliciada pela rede Zwi Migdal, de tráfico de mulheres.

Na então Capital federal, foram discriminadas pela própria comunidade judaica e, de início, também por prostitutas negras, que temiam a nova concorrência. O “serviço” já era disputado com as cocotes francesas, a elite do meretrício que se instalava em pensões do Flamengo, Glória e Catete, enquanto as polacas ficaram relegadas aos prostíbulos da Zona do Mangue, junto com as ex-escravas, nas cercanias da Praça Onze, um dos locais mais cosmopolitas da cidade. A região, berço do samba e da boemia carioca, frequentada por artistas, jornalistas, pobres e ricos, brancos e negros libertos, também recebeu a maior concentração de judeus do Rio de Janeiro. Ali, eles encontraram casas apropriadas para morar e instalar seus comércios.

Como no judaísmo prostitutas e suicidas são considerados impuros (as lápides são separadas por muros), as polacas criaram um grupo de ajuda mútua, a Associação Beneficente Funerária e Religiosa Israelita, e ergueram o próprio cemitério para serem enterradas com dignidade e seguindo suas crenças e tradições. O episódio, que se repetiu em diversas partes do mundo, deu origem ao Cemitério Israelita de Inhaúma, hoje administrado pelo Cemitério Comunal Israelita do Caju. O local foi motivo de polêmica recentemente por causa da ameaça de ocupação dos espaços ainda livres pelos judeus “puros” – justamente quem hostilizou estas mulheres e que, agora, estão com seus cemitérios lotados.

A aproximação de Celina e Esther, da juventude à idade madura, reproduz a situação inicial de estranhamento e rivalidade entre negras e judias. Em meio à árdua convivência nos prostíbulos cariocas, à violência da polícia e dos cafetões, à aspereza das cafetinas, ao preconceito social e à rejeição dos filhos, os laços solidários se transformam em amizade. Neste contexto, a peça recria o fervilhar da vida sócio multicultural da Praça Onze, suas casas de show, gafieiras, blocos, agremiações carnavalescas e cordões, cinemas, bilhares e casas de “tolerância”. Um período de reformas urbanísticas, perseguição a comunistas, da instauração do Estado Novo e da derrubada do casario para a construção de avenidas, como a Presidente Vargas.

Para escrever e dirigir em linguagem teatral esta primeira aproximação entre as culturas judaica e negra no Rio de Janeiro, foi convidado o consagrado diretor João das Neves – que imprimiu um caráter musical à montagem ao misturar samba, polca, maxixe e milonga tocados e cantados ao vivo pelo elenco de 12 atores, pertencentes a diferentes gerações do teatro brasileiro. Ao longo do espetáculo, o público se depara com Moreira da Silva, Ismael Silva e a Casa da Tia Ciata. A trilha também traz composições originais e obras de Ernesto Nazaré, Herivelto Martins e Grande Otelo, João Bosco e Aldir Blanc, Noel Rosa e Roberto Silva, entre outros.







Sobre o Autor – João das Neves

Um dos maiores nomes do Teatro Brasileiro, dramaturgo, diretor, ator e escritor, tem um currículo eclético que inclui diversos prêmios. Dirigiu o teatro de Rua do CPC da UNE e foi um dos fundadores do Grupo Opinião. Dirigiu também shows de MPB: Chico Buarque, Milton Nascimento, Baden Powell e MPB4, entre inúmeros outros. Sua peça mais conhecida, “O Último Carro”, ficou mais de dois anos em cartaz no Rio de Janeiro e em São Paulo, no fim dos anos 70, tendo levantado mais de vinte premiações. Radicado em Belo Horizonte a partir de 1992, adaptou e dirigiu o projeto Primeiras Estórias, repetindo o feito como diretor convidado pela Unicamp para a montagem de formatura de 1995. Colaborou com a cantora Titane como diretor de seus espetáculos “Inseto Raro” e “Sá Rainha” (2000 e 2001). Atualmente, circulam pelo país seus espetáculos “Besouro Cordão de Ouro”, “A Santinha” e “Os Congadeiros”, “Titane e o Campo das Vertentes” e “A Farsa da Boa Preguiça”. É premiado com o Molière de melhor direção e Prêmio Brasília de melhor autor, ambos em 1976, e com o Prêmio Mambembe de melhor diretor, em 1977. Nos últimos anos, foi indicado ao prêmio Shell pela direção de “Besouro, Cordão de Ouro” (2007) e de “Farsa da Boa Preguiça” (2009), no Rio de Janeiro.



FICHA TÉCNICA



Drama musical, Adulto, 90 min

Autoria e direção: João das Neves

Diretor musical: Alexandre Elias e Felipe Habib

Elenco: Beth Zalcman, Carla Soares, Eduardo Osório, Érico Damineli, Felipe Habib, Ilea Ferraz, Lígia Tourinho, Luciana Mitkiewicz, Rodrigo Cohen e Wilson Rabelo

Preparação vocal: Felipe Habib

Cenários: Hélio Eichbauer

Figurino: Rodrigo Cohen

Iluminação: Aurélio de Simoni

Preparação corporal: Angel Vianna e Marito Olsson-Forsberg

Consultoria em cultura judaica: Frida Zalcman

Piano: Guilherme Tomaselli

Operação de luz: Rafael Motta

Operação de som e vídeo: Calu e Fábio Pinheiro

Assistentes de produção (apresentações): Cassiane Tomilhero e Isabela Razera

Camareira: Cris Félix

SERVIÇO



SESI / Projeto Viagem Teatral

Espetáculo: "As Polacas – Flores do Lodo"

Local: Teatro SESI Amoreiras – Campinas, Av. das Amoreiras, 450

Data e horário: sábado 20h e domingo 16h e 19h (11 e 12 de maio).

Capacidade: 366 lugares e 8 para cadeirantes

Gênero: Drama

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Tema e conteúdo: Drama musical

Informações: (19) 3772-4100 / 4183 / 4160

Entrada franca – os ingressos serão distribuídos com 1 hora de antecedência do início da apresentação.

Lucélia Santos está em "A Falecida", de Nelson Rodrigues, no Teatro Sesi-Campinas

Lucélia Santos volta a interpretar texto de Nelson Rodrigues, depois de
a Musa Rodrigueana nos anos 80
O espetáculo A Falecida chega pela primeira vez ao Teatro do SESI Campinas. Com direção de Marco Antônio Braz e estrelada por Lucélia Santos, a peça será apresentada nos dias 9 e 10 de maio, quinta e sexta-feira, às 20h. A entrada é gratuita.

Sucesso de público e crítica, A Falecida integrou o projeto Nelson Rodrigues 100 anos SESI-SP, em 2012, e foi vista por mais de 13 mil espectadores no Teatro do SESI – São Paulo.

Ao longo da narrativa, o espectador é levado a refletir sobre o homem e seu destino, assim como nas clássicas tragédias gregas. O pano de fundo é um Rio de Janeiro essencial e metafórico, com ênfase nos personagens e cenários da zona norte dos subúrbios, da Tijuca a Madureira.

As máscaras trágicas, que simbolizavam o cidadão grego, ganham nova representação por meio de caricaturas dos personagens cariocas. A ideia é levar ao palco um grande desfile dramático teatral – com elementos essenciais da nossa cultura, como o samba, a charanga e os blocos.

Segundo Marco Antônio Braz, especialista na obra de Nelson Rodrigues e diretor do espetáculo, a força da dramaturgia rodriguiana consiste em manipular genialmente a estrutura do melodrama, extraindo o máximo de profundidade que o gênero pode obter. “Há um envolvimento pleno do espectador com a situação dramática. Qualquer plateia diante de um Nelson Rodrigues bem encenado se torna ruidosa”, afirma. E complementa: “Não há sucesso possível com o teatro de Nelson sem que a plateia reaja com espanto e risos histéricos. É como se ele conseguisse fazer o público contemporâneo reviver os conceitos aristotélicos de terror e piedade. E lhe acrescentasse humor. Um humor paradoxal e cruel.”

Sinopse

Os dois personagens principais formam um núcleo familiar dos mais miseráveis que Nelson retratou. Zulmira, dona de casa suburbana, e Tuninho, típico carioca que possui a mais improvável das profissões: desempregado. O casal não tem filhos. Como a peça se chama A Falecida, sabemos que ela vai morrer. O marido, Tuninho, possui uma paixão: o Vasco da Gama. Ele é torcedor fanático. A história se passa durante a semana da decisão do campeonato – quando o Vasco disputa a final contra o Fluminense. A peça narra a trajetória do casal. Zulmira fica obcecada com a ideia de que uma mulher loira irá destruir sua vida, como afirmou a cartomante. A partir disso, procura uma funerária e encomenda para si própria o caixão mais caro. Tudo isso exaspera o marido, que sequer desconfia do caixão. Um tom melancólico e brejeiro dos subúrbios desenhado nas personagens ganha destaque. A cena da morte de Zulmira é antológica. Nela a peça começa a mostrar um fundo falso. Zulmira faz seu último pedido: que o marido vá à funerária encomendar o seu enterro.
Ficha técnica 

Direção artística: Marco Antônio Braz

Elenco: Lucélia Santos, Rodrigo Fregnan, Tatiana de Marca, Almara Mendes, Adriana Guerra, Alessandro Hernandez, Rafael Boese, Willians Mezzacapa, Claudinei Brandão e Fábio D’Arrochella

Produção executiva: Márcio Brodt

Produção local: Marcelo Perroni

Cenário e adereços: J.C. Serroni

Figurino: Telumi Hellen

Iluminação: Wagner Freire

Som: Tunica Teixeira

Produção: Círculo Teatro Produções


SERVIÇO

Espetáculo A Falecida

Local: Teatro do SESI Campinas (Amoreiras) - av. das Amoreiras, 450, Parque Itália

Datas e horários: dias 9 e 10 de maio (quinta e sexta-feira), às 20h

Capacidade: 366 lugares e 8 para cadeirantes

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 70 minutos

Informações: (19) 3772-4184 / 4183 / 4168

Entrada gratuita – os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do início da apresentação.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Neto de Luiz Gonzaga homenageia centenário do rei do Baião neste domingo

Daniel Gonzaga por Wilton Montenegro
O SESI Amoreiras recebe no dia 28 de abril, domingo, às 20 horas e com entrada franca o filho do saudoso compositor Gonzaguinha e neto de Gonzagão, Daniel Gonzaga. Um músico maduro que traça seu próprio caminho, onde a poesia é o grande destaque. Por vezes, seu baião dispara palavras com a velocidade de um rap e, em outras, a reflexão sobre a sociedade em que vivemos é embalada por um xote cheio de swing. No seu repertório, mescla um pouco da obra de seu avô, algumas pérolas de Gonzaguinha e outras de sua própria autoria. O público pode esperar clássicos como Vida de Viajante e Xote das Meninas, além de outros sucessos, exaltando o lado nordestino da família, em músicas como Festa, de Gonzaguinha, e Perdido no Meio das Ondas, de Daniel Gonzaga, nome e sobrenome de música da melhor qualidade. 

Ficha técnica

Violão, guitarra e voz: Daniel Gonzaga

Sanfona: Rafael Meninão

Bateria: Cássio Cunha

Baixo: Marcos Maia

Gênero: Popular


SERVIÇO:

Local: Teatro do SESI Amoreiras (av. Das Amoreiras, 450, Parque Itália)

Data e horário: 28 de abril (domingo), às 19h00

Capacidade: 366 lugares e 8 para cadeirantes

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: livre

Informações: (19) 37724100 / 4183

Entrada gratuita – os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do início da apresentação

Leo Gandelman faz show gratuito no Sesi Campinas nesta sexta

Leo Gandelman, por Thomas Rangel
O SESI Amoreiras recebe no dia 26 de abril, sexta, às 20 horas o novo trabalho autoral de Leo Gandelman “Vip Vop”, com CD e DVD inicialmente lançados na Europa e no Brasil, o artista mistura músicas de seu disco com sucessos que marcaram sua trajetória, além de a música Vip Vop que é o nome do trabalhado lançado recentemente, ter sido escolhida como tema da novela “Guerra dos Sexos” da Rede Globo. 

Trajetória do Artista
Um dos mais celebrados instrumentistas do Brasil, o saxofonista Leo Gandelman alcançou um patamar inteiramente único no Brasil – e raro até mesmo mundo afora – é adorado pelo grande público, jovem e pop, e também pelos fãs de MPB. Da mesma forma, associou seu nome a excelência e ao virtuosismo da música de concerto, em performances como solista de orquestras consagradas e em recitais de câmara.

Na verdade, Leo Gandelman ultrapassa as fronteiras entre clássico e popular a bordo da qualidade de seu saxofone, conferindo um grau avançado de apelo e emoção pop às peças de concerto e, por outro lado, exercitando o talento na interpretação, na pureza e na precisão do som na musica popular e instrumental.

Saxofonista, arranjador e produtor, Leo Gandelman é hoje um dos mais influentes músicos no Brasil. Filho de uma pianista clássica e de um maestro, aos 15 anos já era solista da Orquestra Sinfônica Brasileira. Além da sólida formação clássica, estudou no Berklee College of Music, nos Estados Unidos, regressando ao Brasil em 1979 para dar início à carreira profissional. Desde então, Leo vem se dedicando intensamente à carreira, tendo participado em mais de oitocentas gravações. Iniciou sua carreira artística solo no ano de 1987 inspirando-se principalmente na música brasileira e no jazz, sempre com clara versatilidade e criatividade. Estas são marcas registradas que fizeram com que ele fosse eleito durante quinze anos consecutivos o “melhor instrumentista brasileiro” pelo concurso “Diretas na Música” do Jornal do Brasil.

Seu trabalho também foi lançado com grande sucesso nos Estados Unidos, onde Leo desenvolveu uma carreira notável, com direito a seis temporadas de casa cheia no Blue Note de Nova Iorque. Com o trânsito fluente entre o Jazz e o clássico, participou como solista no ano de 2001, dos concertos da Orquestra Sinfônica Brasileira no Lincoln Center e no Central Park. Voltando ao Brasil, Gandelman também foi solista da Orquestra Sinfônica da Bahia, de Ribeirão Preto, entre outras.

Em 2003, se apresentou com a OSESP sob a regência do maestro John Nashling. Em 2004, Leo Gandelman foi convidado pela Orquestra Sinfônica de Brasília para tocar para o presidente Lula e convidados do governo. E em 2006 gravou um CD/DVD com a Orquestra Sinfônica da Petrobrás, sob a regência do maestro Isaac Karabtchevsky, do Concertino de Radamés Ganattali que foi lançado pela Rádio MEC. Leo já gravou dez discos ao longo de sua carreira solo, tendo vendido mais de quinhentas mil cópias.

Nos últimos anos tem realizado workshops e participado de diversos festivais em todo país. Com o CD “Radamés e o Sax” Leo Gandelman , ganhou do premio TIM 2007 como “melhor disco instrumental“ e “melhor produtor Leo também já fez parcerias com Egberto Gismonti, Toninho Horta, Wagner Tiso , César Camargo Mariano, Chucho Valdez, Bernard Purdie entre outros grandes artistas da música brasileira”.

Leo Gandelman também foi, durante quatro anos, curador e diretor musical do Festival Búzios Jazz e Blues. No final de 2008 lançou o CD e DVD “Sabe Você”, uma linda releitura de baladas brasileiras contando com participações especiais de grandes nomes da MPB como Caetano Veloso, Chico Buarque, Milton Nascimento, Luiz Melodia, Leny Andrade, Ney Matogrosso, Joel Nascimento e Leila Pinheiro.

Em 2009 participou do “Moscow City Jazz Festival” e foi também a Caracas (Venezuela) onde, sob a regência de Issac Karabitchevsky, foi solista convidado da “Orquestra Jovem de Caracas. Em 2010 excursionou pela Espanha, Rússia e Itália com seu quarteto, além de participações em festivais de jazz no Brasil. Em 2011 lançou seu selo independente “Saxsamba” e o CD “Origens”, concertos para sax e piano. Em 2012 lançou o CD e DVD autoral “Vip Vop”, pelo seu selo Saxsamba, que foi também lançado na Europa pelo selo “Far Out recordings”, recebendo ótimas críticas e excelente visibilidade. A musica “Vip Vop” foi escolhida como tema da novela “Guerra dos Sexos” da Rede Globo.

No momento, Leo Gandelman se dedica à turnê de VIP VOP, a projetos especiais com orquestras e à gravação do projeto “Ventos do Norte”, contemplado pelo FAM (prefeitura da cidade do Rio de Janeiro). O projeto é uma homenagem aos saxofonistas nordestinos que tiveram importância fundamental na construção da linguagem do saxofone brasileiro e será lançado ainda em 2013.

Ficha técnica

Saxofone: Leo Gandelman

Piano e teclado: Eduardo Farias

Bateria: Antonio Neves

Baixo: Alberto Continentino

Gênero: Popular


SERVIÇO:

Local: Teatro do SESI Amoreiras (Av. Das Amoreiras, 450, Parque Itália)

Data e horário: 26 de abril (sexta), às 20h00

Capacidade: 366 lugares e 8 para cadeirantes

Duração: 75 minutos

Classificação indicativa: livre

Informações: (19) 37724100 / 4183

Entrada gratuita – os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do início da apresentação

terça-feira, 2 de abril de 2013

Sesi apresenta mostra inédita de cinema frances

Cena de "O Verão de Giácomo"

O SESI-SP promove pela primeira vez uma mostra de cinema dedicada exclusivamente a títulos franceses. Realizada em parceria com a Cinemateca da Embaixada da França no Brasil e o Institut Français, a mostra Cine SESI no Mundo – França para Todos traz ao público paulista dez produções francesas contemporâneas para todas as idades, de 4 de abril a 9 de junho, em 45 municípios do Estado de São Paulo.  
Segundo Marie Durand, assessora audiovisual do Consulado da França em São Paulo, um dos pontos altos do ciclo é reunir obras voltadas para o universo jovem. “Grande parte dos filmes escolhidos retrata a fase de transição entre a infância e a idade adulta, uma época despreocupada, divertida e às vezes cruel, mas sempre em busca da liberdade”, destaca.
A comédia dramática A Vida no Rancho, de Sophie Letourneur, é um dos filmes com essa temática. O longa tem como pano de fundo o estilo de vida e as relações de um grupo de amigos no auge de sua juventude.
Já a animação O Quadro, do diretor Jean-François Laguionie, narra a jornada de personagens que vivem em um quadro inacabado e se aventuram em busca do pintor que poderá finalizar a obra.
Entre os longas selecionados para a mostra há ainda títulos exibidos em grandes festivais, entre os quais o documentário O Espinho no Coração, de Michel Gondry (mesmo diretor de Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças), que participou da seleção oficial do Festival de Cannes 2009. Ao utilizar imagens de arquivo para retratar seus familiares (filmadas quando criança com a câmera Super 8 da família), o diretor reproduz a ideia de cinema artesanal já explorada em Rebobine, Por Favor.
Outro destaque é o documentário Nénette, de Nicolas Philibert, um filme comovente que conta a história do orangotango fêmea que vive há 40 anos no Jardin des Plantes, em Paris. O longa foi exibido na seleção oficial do Festival de Berlim 2010.
Até o dia 9 de junho, serão exibidos dez longas, em sessões gratuitas, nas seguintes unidades do SESI-SP – Capital, Grande São Paulo e litoral: A.E. Carvalho, Catumbi, Cotia, Cubatão, Diadema, Ipiranga, Mauá, Mogi das Cruzes, Osasco, Santana de Parnaíba, Santo André, Santos, São Caetano do Sul, Suzano, Vila das Mercês, Vila Leopoldina – Interior do Estado: Americana, Araçatuba, Araraquara, Araras, Bauru, Birigui, Botucatu, Campinas (Amoreiras), Campinas II, Cruzeiro, Franca, Indaiatuba, Itapetininga, Jacareí, Jaú, Jundiaí, Limeira, Marília, Matão, Mogi Guaçu, Ourinhos, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santa Bárbara D’Oeste, São Carlos, São José dos Campos, São José do Rio Preto, Sertãozinho, Sorocaba, Tatuí, Taubaté e Votorantim.
            Especificamente no Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso, localizado na capital, a mostra acontece de 3 de abril a 5 de junho.
A exibição de todos os filmes é digital, com áudio original e legendas em português. Para consultar a agenda completa acesse www.sesisp.org.br/cultura.



Sinopses dos filmes

O Quadro | Le Tableau (Bélgica, França e Suíça, 2011, cor, animação, 76 min., livre). Direção: Jean-François Laguionie. Com Jessica Monceau, Adrien Larmande e Thierry Jahn

Um quadro inacabado mostra um castelo cercado por um jardim. Lá vivem três tipos de personagem: os Todopintados, que já estão totalmente pintados, se julgam superiores e detêm o poder; os Pelametades, com pequenos detalhes sem tinta; e os Rabiscos, que são apenas esboços e sofrem com o desprezo e a violência dos primeiros. Ramô, um dos Todopintados, apaixonado por Claire, uma Pelametade, se junta a outros personagens inconformados com a situação e sai do quadro à procura do pintor, para que ele termine seu trabalho e restaure a harmonia no universo da pintura.

Nós, Princesas de Cleves | Nous, Princesses de Clèves (França, 2011, cor, documentário, 69 min., livre). Direção: Régis Sauder. Com Abou Achoumani, Laura Badrane e Morgane Badrane

A ação tem origem em 1558, no reino de Henri II. A senhorita de Chartres, que ao se casar se tornaria princesa de Cleves, encontra o Duque de Nemours. Nasce entre eles um amor louco, mas sua mãe pedirá que renuncie. Hoje, em Marselha, as alunas do colégio Diderot partem da história da princesa de Cleves para falarem de si mesmas. Trata-se de um retrato da época das primeiras escolhas e renúncias.

O Verão de Giacomo | L’Estate di Giacomo (Bélgica, França e Itália, 2011, cor, comédia dramática, 78 min., livre). Direção: Alessandro Comodin. Com Giacomo Zulian, Stefania Comodin e Barbara Colombo

Esse é um verão preguiçoso para Giacomo e Stefania. Eles vagueiam pelas florestas do norte da Itália à procura do rio perfeito onde possam se descontrair. São jovens e, ainda sem preocupações, limitam-se a viver.

- Vencedor do Leopardo de Ouro na competição internacional do Festival de Locarno 2011
- Grande Prêmio do Júri Entrevues no Festival du Film de Belfort 2011

A Vida no Rancho | La Vie au Ranch (França, 2009, cor, comédia dramática, 92 min., 10 anos). Direção: Sophie Letourneur. Com Sarah-Jane Sauvegrain, Eulalie Juster e Mahault Mollaret

Pam tem 20 anos. Suas amigas sempre se encontram no rancho que ela divide com Manon. No auge de sua juventude e união, elas bebem, fumam, dançam e discutem. Entretanto, chega o momento em que é necessário se separar do grupo e encontrar o próprio caminho.                                                                                                                                                                                                                                                                                                            

Mãos ao Alto | Les Mains en l'Air (França, 2009, cor, comédia dramática, 88 min., livre). Direção: Romain Goupil. Com Hippolyte Girardot e Valeria Bruni Tedeschi
Milana se lembra do ano de 2009, quando era aluna primária, em Paris. Depois da expulsão de Youssef, sem visto de permanência, é a vez de Milana, de origem chechena, ser ameaçada. Seus amigos resolvem reagir: eles prometem ficar sempre juntos e organizam um complô para salvá-la.

Nénette (França, 2010, cor, documentário, 70 min., livre). Direção: Nicolas Philibert

Nénette acabou de fazer 40 anos. Morando no Jardin des Plantes, em Paris, esse orangotango fêmea é a maior estrela do lugar. Todos os dias ela vê passar centenas de pessoas à frente da sua gaiola, cada um comentando o espetáculo. Mas quem olha para quem?

- Seleção oficial do Festival de Berlim 2010

Meu Querido Planetinha | Ma Petite Planète Chérie (França, 2010, cor, animação, 44 min., livre). Direção: Jacques-Rémy Girerd

Nove histórias lidam com a ecologia de uma forma divertida e poética: A Jornada de uma Gota d'Água, Os Seres Perversos, A Raiz Mágica, A Joaninha e os Pulgões, As Montanhas de Embalagens, Os Ouriços Amantes, 20mm no Subterrâneo, Ruídos e Boca Fechada e O Ar do Ar!

A Cabeça de Mamãe | La Tête de Maman (França, 2007, cor, comédia dramática, 95 min., livre). Direção: Carine Tardieu. Com Kad Merad, Karin Viard e Pascal Elbé

A jovem Lulu vive com sua depressiva, meio hipocondríaca e autocentrada mãe. Um dia, Lulu encontra uma fotografia antiga de sua mãe aos 20 anos, feliz e radiante como ela jamais a viu, nos braços de um homem estranho. A filha decide encontrá-lo e trazê-lo de volta, na esperança de que ela recupere o gosto pela vida.

O Espinho no Coração | L'Épine dans le Coeur (França, 2009, cor, documentário, 86 min., livre). Direção: Michel Gondry

De 1952 a 1986, Suzette foi professora de muitas escolas da região de Cévennes, na França. Diante da câmera de seu sobrinho, ela conta suas aventuras cotidianas e revela uma realidade desconhecida de sua família.

- Seleção oficial do Festival de Cannes 2009

O Desafio de Jean de la Fontaine | Jean de la Fontaine, le Défi (França, 2006, cor, drama histórico, 100 min., livre). Direção: Daniel Vigne. Com Lorànt Deutsch, Philippe Torreton e Sara Forestier

Na manhã de 5 de setembro de 1661, Paris está tomada por ruídos; Fouquet, poderoso conselheiro do rei, fora preso por ordem de Colbert; o jovem Luís XIV tornara-se único chefe. Enquanto outros artistas corriam para servir o rei todo-poderoso, um homem levantava a voz para apoiar o superintendente demitido: o poeta Jean de la Fontaine. Colbert jura, então, fazer calar o rebelde, mas La Fontaine, mesmo na miséria, não abandonará suas convicções.

SERVIÇO
Mostra Cine SESI no Mundo: França para Todos
Período: de 4 de abril a 9 de junho*
Locais – Capital, Grande São Paulo e litoral: A.E. Carvalho: (11) 2026-6000 / Catumbi: (11) 2291-1444 / Cotia: (11) 4612-3323 / Cubatão: (13) 33632658 / Diadema: (11) 4092-7908 / 2404-3133 / Ipiranga: (11) 2065 0184 / Mauá: (11) 4542-8977 / Mogi das Cruzes: (11) 4727-1777 / Osasco: (11) 3602-6225 / Santana de Parnaíba: (11) 4156-9830 / Santo André: (11) 4996-8633 / Santos: (13) 3209-8230 / São Caetano do Sul: (11) 4233-8038 / Suzano: (11) 4741-1661 / Vila das Mercês: (11) 2946-8172 / Vila Leopoldina: (11) 3834-3458. Interior do Estado: Americana: (19) 3471-9013 / Araçatuba: (18) 3519-4232 / Araraquara: (16) 3337-3100 / Araras: (19) 3542-0393 / Bauru: (14) 3104-3911 / Birigui: (18) 3641-7370 / Botucatu: (14) 3811-4474 / Campinas (Amoreiras): (19) 3772-4184 / Campinas II: (19) 3225-7580 / Cruzeiro: (12) 3141-1550 / Franca: (16) 3712-1621/1620 / Indaiatuba: (19) 3875-9000 / Itapetininga: (15) 3275-7949 / Jacareí: (12) 3954-1014 / Jaú: (14) 3621-1042 / Jundiaí: (11) 4523 5173 / Limeira: (19) 3451-5710 / Marília: (14) 3417-4500 / Matão: (16) 3382-6915 / Mogi Guaçu: (19) 3861-3232 / Ourinhos: (14) 3302-3535 / Presidente Prudente: (18) 3222-7344 / Ribeirão Preto: (16) 3603-7337 / Rio Claro: (19) 3527-3120 / Santa Bárbara D’Oeste: (19) 3455-2088 / São Carlos: (16) 3368-5063 / São José dos Campos: (12) 3936-2611 / São José do Rio Preto: (17) 3224-2499 / Sertãozinho: (16) 3945-2246 / Sorocaba: (15) 3388-0414 / Tatuí: (15) 3205-7930 / Taubaté: (12) 3633-4699 / Votorantim: (15) 3353-9200

*Com exceção do Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso (11) 3146-7406 / 7405, que receberá a mostra de 3 de abril a 5 de junho.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Excaravelhas apresentam "E aí? Beleza?" hoje no Sesi Campinas


O Grupo das Excaravelhas apresenta o espetáculo “E aí, beleza?"  Teatro do Sesi Amoreiras. A sessão, gratuita, será realizada na quinta (4) às 15h. A montagem foi selecionada para compor a programação itinerante da segunda temporada do Viagem Teatral 2012.
"E aí? Beleza?" é um espetáculo infantil interativo que nasceu da pesquisa de diversas formas de se cumprimentar, de acordo com culturas, guetos e tribos diversas. Partindo de uma composição coletiva, o Grupo das Excaravelhas explorou a linguagem de gestos e expressões de diversos grupos e situações sociais, transformando-os em dança. O espetáculo propõe aguçar o olhar do espectador para a diversidade cultural partindo dos cumprimentos que cada grupo social utiliza para se saudar.

FICHA TÉCNICA

Direção e Concepção: Paula Salles
Figurino: Grupo das Excaravelhas       
Desenho de Luz: Felipe Chepkassoff 
Foto de Divulgação: Anabela Leandro
Fotos do espetáculo: Telmo Teramoto
Montagem e Operação de Luz: Érico Daminelli
Operação de Som: Katharine Diniz
Produção Local: Katharine Diniz
Produção Executiva: Katharine Diniz
Assessoria de Imprensa:
Katharine Diniz

C

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Teatro Sesi Campinas traz espetáculo infantil no sábado e música de raiz no domingo


O Teatro do SESI Campinas apresenta, gratuitamente, o espetáculo Os Saltimbancos, da Cia. 4 na Trilha, na sexta, às 15h, e no sábado, às 16h. A montagem é uma das 15 selecionadas para compor a programação itinerante da segunda temporada do Viagem Teatral 2012.
O que uma gata manhosa, uma galinha trabalhadora, um jumento revoltado e um cão de guarda possuem em comum? A princípio, nada, a não ser a vontade de serem livres apesar de viverem em uma realidade opressora. 
E é exatamente esse sentimento que faz com que esses quatro animais unam-se em uma jornada em busca da liberdade, felicidade e, por que não, a fama. Assim inicia uma aventura sem igual, na qual cada animal descobrirá o verdadeiro significado das palavras amizade e força.
O cenário é composto por objetos que, por vezes, quando mudados de lugar, agem como indicadores de passagem de tempo e de espaço. O figurino também assume papel importante na trama, já que carrega em sua composição adereços que auxiliam a ação da personagem.
A montagem é uma adaptação do texto original de Sérgio Bardotti, traduzido para o português na década de 70, pelo cantor e compositor Chico Buarque.
A primeira encenação brasileira do espetáculo entrou para a história do teatro nacional por ter em seu elenco de estreia nomes importantes como Marieta Severo, Pedro Paulo Rangel, Miúcha e Grande Otelo, nos papéis principais, e no coro infantil, Bebel Gilberto, Isabel Diegues, Cacá Diegues e Sílvia Buarque.
Sobre a Cia. 4 na Trilha
A Cia. 4 na Trilha foi criada no ano de 2000, por atores oriundos da Escola de Arte Dramática, USP. O grupo tem como filosofia desenvolver trabalhos teatrais, nos quais cada um possui o direito e o dever de contribuir para a realização estética e conceitual do texto abordado. Desde o inicio, os integrantes optaram por encenar obras que questionem os encontros e desencontros de personagens que buscam suas respostas existenciais.
Ficha técnica
Texto: Os Saltimbancos (Sérgio Bardotti)
Músicas: Luiz Enriquez
Adaptação e Tradução: Chico Buarque
Direção: Denise Cecchi e Linaldo Telles
Elenco: Carol Faria, Conrado Caputto, Flávia Teixeira, Lívia Camargo, Marco Antonio Moreira e Renata Augusto
Direção musical e coreográfica: Samir Calixto
Figurinos, cenário e adereços: Linaldo Telles
Maquiagem: o grupo
Iluminação: Leonardo Devitto
Produção: Marco Antonio Moreira e Renata Augusto
Produção executiva: Renata Augusto

Lá, Lá, Iá Um Canto Plural
No domingo, às 19h a cantora Márcia Mah apresenta o show “Lá, Lá, Iá Um Canto Plural”. Ela abre amplo leque de cores e sons, ao visitar as manifestações populares junto a novos parceiros no diálogo entre o regional e o universal da canção brasileira. O fio condutor do trabalho está em um olhar contemporâneo sobre nossas tradições, através do encantamento que não nos permite ser somente caipiras, malandros ou modernos, essa brasilidade plural, étnica e estética é a massa do artista independente, da qual a cantora faz coro, ao acreditar na necessidade de formar novos ouvintes, de ampliar o público para apreciação de músicas além dos chavões e rótulos.
Terra dos primeiros tropeiros, a região do médio Tietê (Botucatu, Piracicaba e Sorocaba) foi em boa parte, responsável pela difusão da cultura caipira pelo Brasil afora. Através da música de artistas como Teddy Vieira, Raul Torres, Tonico e Tinoco, Angelino de Oliveira, Cornélio Pires, Cascatinha e Inhana, os costumes e a filosofia de vida desse sertanejo foram entoadas por gerações. 
Nesse berço de grandes autores e intérpretes surgem novas vozes que dialogam com a tradição, a cantora Marcia Mah, acompanhada pelo poeta Álvaro Mestre Ramos e o músico Zé Marcos, com um pé na tradição e a cabeça na criação, buscam uma nova leitura sobre suas raízes, lançam o olhar sobre a poética relação do cabocô paulista com a natureza, fonte de inspiração de toadas brejeiras, cururus, catiras e modas de viola.
 
SERVIÇO
Viagem Teatral 2012 – 2ª temporada
Espetáculo: Os Saltimbancos (Cia. 4 na Trilha)
Local: Teatro do SESI Campinas – Avenida das Amoreiras, 450, Parque Itália
Datas e horários: sexta (10), às 15h, e sábado (11), às 16h
Capacidade: 374 lugares, sendo 8 para cadeirantes
Gênero: musical infantil
Duração: 45 minutos
Classificação indicativa: L - Livre para todos os públicos
Informações: (19) 3772-4184 / 4183 / 4168
Entrada franca – os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do início da apresentação.

Espetáculo : Márcia Mah - “LÁ, LÁ, IÁ UM CANTO PLURAL”
Local: SESI Amoreiras / Campinas - Av. das Amoreiras, 450, Parque Itália
Data e horário: domingo (12/8), às 19h.
Capacidade: 366 lugares e 8 para cadeirantes 
Classificação indicativa:  Livre 
Informações: (19) 3772-4184 / 4183 / 4100
Entrada franca - os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do início da apresentação. 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Programação Teatro Sesi Campinas hoje e amanhã


Hoje, dia 8, às 17h - ( Mezanino ) VIII Premio FIESP/SESI-SP do Cinema Paulista 
Família Vende Tudo. Direção de Alain Fresnot (BRA, 2010, romance, 90 min., cor, 12 anos). Família com dificuldades financeiras tem uma brilhante idéia: fazer com que a filha Lindinha engravide do famoso cantor Ivan Carlos, o rei do Xique. Eles só não contavam com a ciumenta Jennifer, mulher de Ivan, que não vai deixar essa história barata. Com: Lima Duarte, Vera Holtz, Caco Ciocler, Luana Piovani 

Hoje, dia 8, às 20h - ( Mezanino ) VIII Premio FIESP/SESI-SP do Cinema Paulista 
Estamos Juntos. Direção de Toni Venturi (BRA, 2010, drama, 100 min., cor, 14 anos). Para Carmem, uma talentosa médica, o mundo começava a se moldar conforme seus planos: uma vida independente na agitada São Paulo, ao lado do seu divertido amigo DJ, Murilo, e distante das amarras da cidade provinciana de onde veio. Um cotidiano de trabalho e estudos energizado por uma aventura amorosa com um músico argentino, Juan, ao mesmo tempo em que divide sua intimidade com um enigmático homem. Mas quando sintomas de uma grave doença surgem na rotina desta médica residente sua vida se transforma, para sempre. Com Cauã Reimond , Leandra Leal ,Débora Duboc e Dira Paes


Amanhã, dia 9, às 20h - o show " O Imorrível " - com o artista Di Melo.
Recuperando um importante capítulo da música popular brasileira, o show
 Di Melo - Imorrível, marca o retorno aos palcos de Di Melo, o cantor e compositor pernambucano que foi imortalizado através seu álbum homônimo, lançado em 1975 pela EMI Odeon. 
O show traz novamente ao público Di Melo e procura reconstruir a sonoridade clássica de seu disco antológico, onde Funk, MPB, Soul e ritmos nordestinos se fundem numa mistura peculiar e única.  Acompanhado por um time de peso Di Melo está de volta aos palcos, para provar que é “Imorrível” e que quando o assunto é som, não está de brincadeira.
 

Serviço: 
Local: Sesi Amoreiras / Campinas - Av. das Amoreiras, 450, Parque Itália
Capacidade: 366 lugares e 8 para cadeirantes
Informações: (19) 3772-4184 / 4183 / 4100
Entrada franca - os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do início da apresentação.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Teatro Sesi Campinas exibe dois filmes amanhã no Mezanino

Dia 1/08/2012 - Mezanino do Teatro Sesi Amoreiras às 17:00h 

Mamonas Pra Sempre



Cláudio Kahns
BRA, 2009, documentário, 83 min., cor, 10 anos.
Conteúdo: linguagem chula.

Mamonas pra sempre retrata, por meio de imagens de bastidores e arquivos pessoais, a trajetória de sucesso do grupo musical Mamonas Assassinas, extinto após a morte dos cinco integrantes - Bento, Dinho, Júlio, Samuel e Sérgio - em um trágico acidente aéreo.


Dia 1/ 08/2012 - Mezanino do Teatro Sesi Amoreiras às 20:00h

Natimorto
 
Paulo Machline
BRA, 2009, drama, 92 min., cor, 14 anos.
Conteúdo: cena de nudez, consumo de drogas lícitas, tema adulto.

Um caça-talentos traz a São Paulo uma jovem cantora lírica, com o intuito de apresentá-la a um renomado maestro. Depois de um jantar repleto de desentendimentos com a ciumenta esposa do agente, os dois permanecem em um quarto de hotel, aguardado o dia da audição e interpretando o futuro a partir das advertências presentes no verso dos maços de cigarros. 

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Quarteto Wolfgang se apresenta amanhã no Teatro Sesi Campinas


Amanhã, dia 27, às 20h, o Teatro do SESI Campinas apresenta, gratuitamente, o concerto do Quarteto Wolfgang. O espetáculo faz parte da programação do SESI Música 2012 – Erudita, projeto itinerante do SESI-SP realizado em 20 teatros da entidade no estado.
Dedicados à música do período clássico e fim do barroco, o grupo segue os princípios de uma interpretação “historicamente orientada” e para tanto utiliza-se de cópias de instrumentos e arcos do século XVIII.
Neste concerto, o grupo interpreta obras de compositores que viveram e trabalharam na cidade a partir da segunda metade do século XVIII. Além de obras de Joseph Haydn, o programa contempla também dois dos maiores compositores que viveram em Londres à época, Johann Christian Bach, filho caçula do famoso Johann Sebastian Bach, e Carl Friedrich Abel, último dos virtuosos da viola da gamba.

Histórico do grupo

Nas apresentações do quarteto, criado em 2002, os músicos executam obras de importantes mestres, bem como de compositores menos conhecidos nos nossos dias. A interpretação da música do período clássico em instrumentos de época é uma prática comum na Europa e nos Estados Unidos, mas, no Brasil, ainda muito pouco explorada. O repertório do grupo contempla obras de compositores como Haydn, Beethoven, Paisiello, Stamitz, Devienne, Gyrowetz, Kraus, e de Mozart, a quem prestam homenagem ao nomear-se com o primeiro nome do compositor: Wolfgang.
O flautista Paulo da Mata é pesquisador do instrumento desde os nove anos de idade. Já participou de óperas com a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e Companhia de Ópera São Paulo, além de apresentar-se no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com L’Orfeo, de Monteverdi.
O violinista Juliano Buosi, graduado em violino barroco pela Escola Superior de Musica de Catalunya (Espanha/2002), já participou de orquestras nacionais e internacionais, tais como Camerata Barroca, Le Concert des Nations (Espanha) e Elyma (Suíça).
A violeira Roberta Marcinkowski, formada pelo Departamento de Música da ECA-USP, já trabalhou com a Amazonas Filarmônica, Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Barroca de São Paulo. Há 11 anos, ela é integrante da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo.
A violoncelista Teresa Cristina Rodrigues Silva, doutorada pela Unicamp, participou da Orquestra Sinfônica de São José dos Campos e a Orquestra Sinfônica da USP.


Repertório
Johann Christian Bach (1735-1782) – Quarteto em Lá maior W.B 59
Allegro
Rondo Grazioso

Joseph Haydn (1732-1809) – Trio em Sol maior Hob.IV/2
Andante
Allegro – Allegro

Carl Friedrich Abel (1723-1787) – Quarteto em Fá maior WKO 225
Allegro
Tempo di Minuetto

Joseph Haydn (1732-1809) – Quarteto em Dó maior Opus V/6
Presto
Andante moderato
Menuetto
Fanthasie moderato (com variações)


SERVIÇO
SESI Música 2012 – Erudita
Local: Teatro do SESI Campinas – Avenida das Amoreiras, 450
Data e horário: sexta-feira (27), às 20h
Capacidade: 374 lugares, sendo oito para cadeirantes.
Classificação etária: livre
Duração: 60 minutos
Informações: (19) 3772-4100 / 4184 / 4183
Entrada franca – os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do início da apresentação