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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Degustação da Mistral no Hotel Vitória

A importadora Mistral, uma das maiores do Brasil, promoveu na última segunda-feira uma grande degustação no Hotel Vitória de Campinas, denominada "Encontro Mistral Campinas e Região". O evento foi voltado às lojas especializadas e restaurantes, e reuniu algumas das marcas mais importantes que fazem parte do catálogo da importadora.
Acompanhei a sommelière Josi Pieri, da Brancotinto Wine Store, a garimpar novidades para a loja de vinhos de Indaiatuba, além de encontrar muita gente importante do mundo enogastronômico da RMC. Vamos a alguns destaques daquela tarde/noite.

Josi Pieri com o produtor Giuseppe Tasca d'Almerita, da vinícola italiana Tasca,
e Madalena Correia, da Mistral 

A sommelière Ana Menezes, do Olivetto

Ans Paula Valduga, da Vallontano, única vinícola brasileira distribuída
pela Mistral

Cristina Róseo, gerente de Alimentos e Bebidas do restaurante Bellini e do Grupo
Vitória Hotéis, com o jornalista Manuel Alves Filho, do blog Toque de Chef 

Josi Pieri brinda com Bruno Vianna, presidente da ABS-Campinas

A loira Priscila servindo os vinhos com graça e bm humor

O Chef Théo Medeiros com Josi Pieri, que já o convidou para fazer um jantar
a quatro mãos com Sebastiên Michaut no Wine Bar Brancotinto

O evento movimentou o centro de eventos do Hotel Vitória Campinas

Entre os rótulos presentes, destacamos:

O frances Gevrey-Chambertain 2009, ícone de Joseph Drouhin na Borgonha

O refrescante Masi Parro Blanco Pinot Grigio/Torrontés 2011, feito pela italiana
Masi na Argentina; e o Bossi Fedrigotti Gewurztraminer Trentino 2011

O Chartron La Fleur Blanc 2011, de Bordeaux, tem uma ótima relação custo-benefício

 O Quinta da Lagoalva Talhão 1 Branco 2011, outra grande opção preço-
qualidade, pode ser tomado como aperitivo ou acompanhar peixes e frutos do mar

O Vallontano Espumante Extra Brut Luis H. Zanini 2008 é um
espumante artesanal assinado pelo poeta-vinhateiro Luiz Henrique Zanini,
com produção de apenas 2.500 garrafas

A Bisol é uma das grandes produtoras de Prosecco da Itália, e apresentou o Crede Prosecco
di Valdobbiadene Brut 2011, o Cartizze Prosecco di Valdobbiadene Superiore di Cartizze 2011
(o top de linha) e o Salis Prsecco di Valdobbiadene Dry 2009

Isole e Olena é um melhores e mais tradicionais produtores
Chianti Classico, e este da safra 2009 fez jus à fama

 O ekegante Ca'Marcanda Promis DOC Toacana 2009,
produzido por Angelo Gaja em Bolgheri

 O Nicolás Catena Zapata 2009, ícone da produtora argentina,
atingiu 98 pontos de Robert Parker na safra 2008. Este 2009 chegou
aos 90 pontos do guia Descorchados. Preço de top sulamericano.

 Tahuan Bonarda 2010 é um vinho de boa relação preço-qualidade, e o DV
Catna Cabernet-Cabernet 2009 é uma novidade da Catena Zapata produzida
com uvas de dois vinhedos de altitudes e microclimas distintos

 O espanhol Plic Plic Plic 2009 é um vinho divertido, nas palavras de Manuel Alves Filho,
a começar pelo rótulo, e o compatriota Pétalos del Bierzo 2009 recebeu 93 pontos
da Wine Spectator

 Uma curiosidade da degustação foi o grego Thalassitis 2012, elaborado com a casta
grega Assyrtiko e que recebeu 92 pontos de Robert Parker.

O Font Della Fighera Priorat 2008 e o Dehesa La Granja 2005, um Tempranillo
com 91 pontos de Robert Parker

Outros tres destaques espanhóis: O Viñas del Verto cCbernet Sauvignon Colección 2006;
O La Miranda de Secastilla 2009 (ótimo custo-benefício) e o Viñas del Vero Cabernet/Merlot 2011
(excelente custo-benefício)

 O Chartron de La Fleur 2010 é Bordeaux com ótima relação custo-benefício, e o
Les Charmes de Kirwan 2007 é excelente, mas caro

Dois ótimos Porto: Graham's 10 years Old Tawny foi considerado o melhor da categoria
pela revista Decanter: e o Graham's Six Grapes

 Outro Porto muito bom degustado, o Nieport LBV 2005

 O Outer Limits suvignon Blanc 2011, um dos melhores brancos do evento; e o
Montes Seleccion Limitada Sauvignon Blanc 2011, bom custo-benefício

 Tres portugueses do mesmo produtor: o Quinta da Lagoalva Castelão/Touriga Nacional 2011;
Quinta da Lagoalva Reserva 2011 e o Lagoalva de Cima Syrah & Touiga Nacional 2010

O Conversa 2010 tem como curiosidade a história em quadrinhos no rótulo,
desenvolvido especialmente para o público brasileiro



terça-feira, 2 de abril de 2013

Brancotinto promove 1ª degustação na nova loja


A Brancotinto Wine Store, única loja exclusiva de vinhos em Indaiatuba, promove neste sábado, dia 6 de abril, a primeira degustação em seu novo endereço, na Rua Armando Salles de Oliveira, 1321, Cidade Nova. Entre os rótulos selecionados pela sommelière Josi Pieri estão um Bordeaux e um Brunello de Montalcino. Tres vinhos portugueses e mais um frances e um italiano completam a degustação ao preço de R$40,00, valor que poderá ser descontado na compra de qualquer dos vinhos participantes.
“Como primeiro evento do gênero em nossa nova loja, quisemos apresentar alguns produtos novos em nosso estoque, todos da Europa”, explica Josi. Como sempre, a degustação começa com um branco, no caso, o português BIS Branco Escolha do Enólogo, da Vinhos Encostas de Estremoz, da região do Alentejo, feito com uvas Fernão Pires, Roupeiro e Rabo de Ovelha. Os rótulos seguintes são da mesma vinícola e região: o BIS Tinto, de uvas Aragonês, Trincadeira e Castelão; e o BIS Tinto Escolha do Enólogo, assemblage de Touriga Nacional, Touriga Franca e Aragonez.
Em seguida, será apreciado o frances de Borgonha Pasquier Devignes Pinot Noir 2010, e depois um dos destaques da mostra, o Bordeaux Chateau Rocher Calon 2009, com 95% de Merlot e 5% de Cabernet Franc, de Saint Emilion Montagne.
Encerrando a degustação, os italianos Castelo di Volpaia Citto Rosso 2010, da Toscana, com uvas Cabernet Sauvignon e Sangiovese; e o Podere La Vigna Brunello di Montalcino 2006, que faz jus aos vinhos que carregam essa prestigiada Denominação de Origem Controlada e Garantida (DOCG). 

Serviço:

Brancotinto
Rua Armando Salles de Oliveira 1.321, Cidade Nova (19) 3392.3002
Instagram: @brancotinto
Horário de funcionamento: Segunda a Sábado das 9:00 às 19:00h


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Teatro Sesi Campinas apresenta exposição "As Torres das Igrejas"

Torre da Igreja na província de Pizzeghetone com a Ponte do rio Adda
A exposição Le Torre delle chiese / As Torres das Igrejas reúne 16 fotos coloridas, que registram o rico passado cultural da Itália. Até dia 15 de Junho, a mostra estará aberta à visitação gratuita no SESI Amoreiras, de segunda a sexta-feira, das 9 às 17h. 
  
Através da lente da fotógrafa Georgiane Costa Beccegato, as torres das igrejas revelam as formas e as marcas de um passado, que deslumbram os olhos do mundo até hoje e levam o público a uma viagem às diversas províncias de um país católico. 

Sobre a fotógrafa


Bacharel em Jornalismo pela Universidade do Oeste Paulista (1998), Georgiane Costa transformou, ao longo de 10 anos, sua profissão em uma paixão. 
Sua experiência profissional sempre esteve ligada ao fotojornalismo. Iniciou sua profissão como repórter-fotográfica em jornais de Presidente Prudente. Há quatro anos, ela foi morar em Milão (Itália), onde imortalizou, por meio da imagem, os lugares que conheceu. 


SERVIÇO
Exposição Le Torre delle chiese / As Torres das Igrejas 
Local: SESI Amoreiras – Av. das Amoreiras, 450, Parque Itália
Datas e horários: Até dia 15 de Junho – de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.


Informações: (19) 3772- 4183/ 4184
Entrada: franca

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Degustação de vinhos do Velho Mundo na Brancotinto

No sábado aconteceu mais uma degustação de vinhos na loja Brancotinto, dessa vez com rótulos alemães, franceses e italianos da importadora World Wine.
Os dois primeiros rótulos foram da vinícola Hugel, da Alsácia, na França. O primeiro foi um Gentil safra 2010, um corte de uvas Gewürztraminer, Muscat, Pinot Gris, Riesling, Sylvaner, bem frutado e refrescante. O segundo foi um Gewürztraminer, também 2010, com as caracteristicas típicas dessa uva de origem alemã, com bouquet  extremamente aromático, perfumado, frutado e sabor suave, harmônico, com uma certa adstringência. A tradição de viticultura da família Hugel começou no século XVII. Com uma propriedade de 25 hectares em Riquewihr, sendo quase a metade em zona Grand Cru, Hugel combina métodos ancestrais com técnicas ultramodernas. Nos vinhedos, o cultivo sem fertilizantes, o rendimento reduzido, as vinhas de 30 anos em média, a poda do excesso de galhos e a colheita manual contribuem para o alto nível de qualidade. Apesar do porte moderado, Hugel alcançou fama mundial. Seus vinhos estão em praticamente todos os grandes restaurantes da França e 80% da produção é exportada para mais de 100 países. Foram pioneiros na produção de vinhos de colheita tardia na região, com premiações e reconhecimento desde 1976.

O rótulo seguinte foi o Schloss Reichartshausener, da vinícola Balthasar Ress, da região Rheingau, Alemanha, feito com uvas Riesling, de safra 2010. No nariz o vinho revela aromas minerais, notas de frutas tropicais e toques de frutas cítricas e o sabor é equilibrado e intenso, o vinho possui ótima acidez e final de boca longo. Fundada em 1870, a empresa familiar Balthasar Ress está na quinta geração e é um dos produtores de maior ascensão no Rheingau – uma das menores e mais sofisticadas regiões vitivinicultoras alemãs. Seu destaque é a uva Riesling, proveniente do vinhedo Schloss Reichartshausen, cultivada de acordo com os princípios dos antigos monges.

O quarto rótulo foi o frances La Ville Ferme Rouge 2010, da região do sul do Rhône, e corte de uvas Carignan, Cinsault, Grenache Noir e Syrah. De cor vermelho púrpura profundo, é opulento e bastante frutado com notas de frutas maduras como cereja, cassis e ameixa. Leve toque picante de especiaris, destacando-se o alcaçuz. Concentrado e vivo, apresenta gama frutas vermelhas, destacando cereja e cassis, com toques de derivados de petróleo. Muito fino e elegante, apresenta corpo médio e taninos macios e equilibrados. Tem final de boca muito harmônico.

O quinto vinho foi outro francês, o Grand Bateau Rouge 2009, da região de Bordeaux. Este produto elegante é composto por 75% Merlot e 25% Cabernet Sauvignon. Envelhecido parcialmente em barricas novas de carvalho, é rico e redondo, de médio a encorpado e tem deliciosos sabores de frutas vermelhas maduras, especiarias e um toque de carvalho novo. E uma ótima combinação preço-qualidade.Um dos mais imponentes châteaux do Médoc, o Château Beychevelle - classificado como 4ème Cru - conta com consultoria enológica de Jacques Boissenot, que juntamente com o corpo técnico do próprio Château zela pelos 90 hectares de vinhedos localizados nas zonas mais nobres de Saint-Julien. Diz a lenda que os barcos que navegavam pelo Gironde, ao passar em frente ao Château, baixavam suas velas em respeito ao poder do Duque Jean-Louis Nogaret de la Valette, seu proprietário no século XVI. Este ato era chamado de baisse voile, que finalmente derivou para o atual nome do Château Beychevelle.

O sexto vinho foi o italiano Negroamaro Puglia IGP 2010, da Feudi Di San Marzano, na Puglia. Produzido com uvas Negroamaro, tem cor vermelho rubi com reflexos granada, o aroma remete   frutas frescas (ameixa e cereja), especiarias e ervas mediterrâneas e o sabor é seco, corpo médio, boa acidez, taninos finos e final equilibrado. A origem da vinícola remonta a 1538, quando a princesa Margherita da Áustria casou-se com o príncipe Farnese e, ao visitarem a cidade de Ortona, ficaram encantados com o lugar e o clima. Decidiram, então, dedicar-se à produção de vinhos finos que logo estariam presentes nas cortes européias. Em reconhecimento a essa fama, o nome foi conservado até hoje. Seus vinhos são produzidos para agradar o cliente internacional: 90% são exportados, sempre com excelente custo-benefício. A Vini Farnese possui vinhedos em duas regiões. Possibilitando a extração do melhor de cada uva combinada aos diferentes terroirs. Montepulciano, Primitivo, Sangiovese, Negroamaro e Malvasia Nera são uvas que exemplificam bem este ótimo aproveitamento das diferenças entre a região de Abruzzo e Puglia.

Por fim, a pièce de résistence da degustação, o Negroamaro "F" Salento IGT 2008,  do mesmo produtor. De cor  rubi de consistência impenetrável, bem vermelho, no nariz os aromas surgem  de forma intensa e envolvente em groselha e geléia de amora e bagas de zimbro, pimenta e especiarias, sugere agradavelmente complexidade enriquecida no final com notas de couro e cacau amargo.É macio e quente no pálato, os taninos são bons e gentis, o sabor intenso, mas ao mesmo tempo medido e extremamente elegante. A Feudi di San Marzano encontra-se na região de Salento, na Puglia, situada na região denominada antigamente como Greci Enotria (terra do vinho) – da Magna Grécia. A vinícola iniciou suas operações sem 2003 e tem como característica o contraste do cuidado manual do vinhedo, seguindo as mais antigas tradições, e a aplicação da modernidade no seu processo de vinificação. Isso, para exprimir em seus vinhos, o máximo das qualidades e características de suas uvas.

A sommelière Josi Pieri entre Cristina Jurkiv e Madalena Antonioni

Marcelo "Chileno" Wollerman e Jales Andrade

Josi e Marcelo, se despedindo da garrafa de Alma Negra  Misterio, que finalmente seria entregue a...


...Thiago Tarran (com Anderson Camargo) no Ruizim. Missão dada e missão cumprida!