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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Setembro em dança começa amanhã

O bailarino Diego de Paula

Começa amanhã, dia 1º de setembro, a 16ª edição do Setembro em Dança, tradicional festival promovido pela Secretaria Municipal de Cultura e que traz diversas atrações gratuitas para o público em geral, além de oficinas direcionadas a profissionais e filmes temáticos. O objetivo é incentivar a arte da dança, revelar novos talentos de Indaiatuba e região e promover o intercâmbio artístico cultural. 18 grupos de dança locais representam o município. Informações (19) 3825-2056. Confira a programação:

Apresentações e Filmes
Dia 01/09 – sábado
19h – Cinema – O Último Dançarino de Mao – Local: Shopping Jaraguá. Entrada Franca.
Dia 02/09 – domingo
17h - Passo de Arte – Era Uma Vez - Local: Sala Acrísio de Camargo. Ingressos à venda. R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).
17h – Cinema - O Último Dançarino de Mao – Local: Polo Shopping. Entrada Franca.
Dia 07/09 – sexta
20h - Mostra de dança com grupos de Indaiatuba. Local: Sala Acrísio de Camargo. Entrada franca.
Dia 08/09 – sábado
20h - Rumai com Cia de Dança Pavilhão D (São Paulo – Cia Convidada) – Movimenta – Festival Nacional de Dança Contemporânea. Local: Sala Acrísio de Camargo. Entrada franca.
Dia 09/09 – domingo
19h - Recorrente com Cia. IOA Dança (Jundiaí – Cia Convidada) – Movimenta – Festival Nacional de Dança Contemporânea. Local: Sala Acrísio de Camargo. Entrada franca.
Dia 23/09 – domingo
18h - Mostra de Dança Adulto – Mostra comentada com grupos de Indaiatuba. Local: Sala Acrísio de Camargo. Entrada franca.
Dia 29/09 – sábado
19h – Cinema – Sonhos em Movimento – Local: Shopping Jaraguá. Entrada Franca.
Dia 30/09 – domingo
17h – Cinema – Sonhos em Movimento – Local: Polo Shopping. Entrada Franca.
19h - São Paulo Companhia de Dança (São Paulo – Cia Convidada) – Dois a Dois/ Ballet 101/ Gnawa. Local: Sala Acrísio de Camargo. Entrada franca.
Dia 01/10 - segunda-feira
14h30 - São Paulo Companhia de Dança – Dois a Dois/ Ballet 101/ Gnawa. Local: Sala Acrísio de Camargo. Espetáculo para estudantes da rede municipal e estadual.

Oficinas
Inscrições na sede da Secretaria de Cultura. Vagas limitadas, somente para bailarinos de Indaiatuba ou que comprovem que dançam em grupos da cidade. É necessário ser maior de 14 anos e apresentar RG nos dias de curso. As oficinas de ballet, musical mix, jazz, jazz contemporâneo e hip hop solicita-se a doação de 1 pacote de fralda geriátrica por pessoa por curso. As oficinas acontecem no Centro de Convenções Aydil Pinesi Bonachella.

As estreias da semana em Indaiatuba


Dois filmes chegam esta semana aos Multiplex Topázio de Indaiatuba, além das sessões especiais para o Setembro em Dança. Sylvester Stallone retorna com sua gangue de velhos action heroes em “Os Mercenários 2” e a elogiada cinebiografia “Violeta foi para o céu” também entra em cartaz.

Stallone já filmou com Woody Allen e Chuck Norris com Bruce Lee
Filme de macho 2
Depois do sucesso de sua primeira reunião de veteranos dos filmes de porrada, a continuação de “Os Mercenários” era inevitável. E desta vez, há o acréscimo de Jean-Claude Van Damme, que havia se recusado a participar da primeira empreitada (talvez por isso ele tenha ganhado o papel de vilão), e – ninguém mais, ninguém menos – que Chuck Norris. A crítica considerou esta sequencia melhor que o original, e quem espera muitos tiroteios com munição inesgotável, heróis a prova de balas, perseguições e explosões, ganha de bônus diversas piadas auot-referentes. Não podendo faltar, é claro, as Chuck Norris Facts.
Desta vez, Stallone deixou a direção a cargo de Simon West, que fez “Con Air” e “Lara Croft: Tomb Raider” no início da carreira, mas que andava em baixa ultimamente. Além dos citados o elenco traz de volta o dream team dos filmes de macho dos anos 90: Bruce Willis, Arnold Schwarzenegger, Jet Li, Dolph Lundgreen, mais o jovem (perto deles) Jason Statham, a lenda do MMA, Randy Couture  e a promessa Liam Hemsworth, de “Jogos Vorazes”.

No Brasil, Violeta Parra é mais conhecida por causa da canção "Volver a los 17",
gravada por Mercedes Sosa e Milton Nascimento
Volver a los 17
“Violeta foi para o Céu” O filme conta a trajetória da compositora, artista e cantora chilena Violeta Parra. Esta biografia não segue uma linha cronológica, focando-se em diversos momentos da vida de Violeta, como sua infância na província de Ñuble, sua viagem pelo interior do Chile, as visitas à França e à Polônia, além do romance que ela teve com o suíço Gilbert Favre. O filme é inteiramente intercalado com trechos de uma entrevista que Violeta Parra deu à televisão em 1962.  A direção é de Andrés Wood (“Machuca”) e a atriz Francisca Gavián vive a protagonista.

Setembro em dança no cinema
“O Último dançarino de Mao” tem duas sessões especiais, no Polo e Jaraguá, como parte da programação de filme do Setembro em Dança, da Secretaria Municipal da Cultura. Durante a Revolução Cultural Chinesa deflagrada por Mao Tsé Tung, Lin Cunxin (Wen Bing Huang/Chengwu Guo/Chi Cao), de 11 anos, é escolhido para deixar sua família de camponeses e estudar balé em Pequim. Em 1979, durante uma visita ao Texas, nos Estados Unidos, ele se apaixona por uma mulher local. O governo chins exige seu retorno, mas ele luta para ficar. Dois anos depois, ele se torna o principal dançarino do Houston Ballet e também o principal artista do Australian Ballet. A direção é de Bruce Beresford (“Conduzindo Miss Daisy”) e no elenco estão ainda Bruce Greenswood (“Star Trek”) e Joan Chen (“O último Imperador”). 

Noite de inauguração da Mist

Em noite de inauguração na abertura da Mist, muito bem montada e frequentada, a uma certa hora pareceu o Diamond Room de uns seis ou sete anos atrás, quando todo mundo ia lá. Não dá para ter uma ideia de como será no sábado, quando a casa abrirá para o público em geral, já que metade dos que estavam lá ontem não são o público-alvo do empreendimento. Mas pelo menos, pela novidade, a Mist deve dar uma chacoalhada na noite da região. E o Batz, bar ao lado dos mesmos sócios, deve abrir em breve. É esperar.

Juninho Rinado entre um belo time de gatas: Guliana Di Crocce, Janaína Castro, Camila Gibim,
Simone Andrade, Rosane Schandler e Joyce Soares

Thaisa, Luiz e Gon Matarazzo no camarote da "diretoria"

As gêmeas Nathiely e Nathany Zabini embelezando o evento em dobro

Nayara Joly e Maria Emília Casseb

Sempre bem acompanhado, Paulão Hendges posa com Melyna Barbosa 
As irmãs, lindas e empreendedoras, Bruna e Paula Bordenalli

As lulus fashionistas Carol Duarte, Débora Packer, Bia Fiano e Lívia Neiva Rocha,
com Fabiana Lima, da La Fée Cafeteria
 Ana Paula Teixeira, Daniela Gasparini e Heloisa Furlan

A cantora Bia Packer com a amiga Mayara Messias

Kika Amato, sempre nas melhores baladas, com Karina Cirilo, Cláudia Cury e Melissa Florence

O poder presente na festa: os vereadores Maurício Baroni  e Fábio Conte
ladeiam o empresário Durval Sombini, da Exsa e o prefeito Reinaldo Nogueira.
No meu antigo emprego, essa foto não sairia.. 
Josiane Viana e a amiga Kelly
Depois de recepcionar os convidados lá fora, as modelos Jaqueline Lima e Mônia Knauf
foram se divertir lá dentro

Luciana Semente, Mariana Borrego e Maria Fernanda Bernardinetti

Rita Rocha com o filho Luis Fernando

Minha querida Sandra Calonga trouxe a colega campineira Patricia Bacili para conhecer a noite local

As indestrutíveis Taryn Pranstretter e Scylla Scodro

Tati Mendes com o namorado Johnny

Lais, Felipe e  Thais
Ronaldo, Marquinhos "do Cartório", Michele e Rose

O avião Bruna Arconchel aterrisando na Mist

Teatro Sesi-Campinas apresenta show de Guga Costa hoje


O Teatro do Sesi Amoreiras – Campinas apresenta o lançamento do disco “Delírico- O Mundoceano” do artista Guga Costa, hoje, sexta-feira, às 20h.O show, com entrada franca, marca o lançamento de seu primeiro cd e reúne grandes influências artísticas no projeto.
Guga Costa reúne suas principais influências nesse primeiro projeto de sua
carreira solo: a música popular brasileira, a música erudita, o rock, as canções
praieiras de Caymmi e fragmentos das obras de Jorge Amado, Victor Hugo e
Saint-John Perse compõem o show “Delírico”.
O espetáculo faz uma analogia entre a vida do pescador do mar e a vida do
homem da cidade, tendo como pano de fundo o mundo contemporâneo - o
grande oceano pelo qual navegam as pobres almas humanas.
Com uma formação instrumental que conta com voz, guitarra, acordeon e
violoncelo, o show traz arranjos originais que exploram as diversas possibilidades timbrísticas e funcionais de cada instrumento, gerando uma sonoridade que remete ao psicodélico e ao onírico. o projeto ainda conta com um tratamento visual moderno e original que dialoga com o ambiente dos trabalhadores do mar e com a vida moderna do homem da cidade, através da utilização de ilustrações do artista plástico Egas Francisco e projeções de imagens captadas especialmente para o show.
Para o desenvolvimento do projeto, foram realizadas pesquisas de obras
artísticas que intercedem com a temática do show, culminando no diálogo
entre música, literatura, artes plásticas e audiovisual.
Além disso, em 2009 foi feita uma pesquisa de campo em comunidades de
pescadores do estado de alagoas que agregou ao projeto um vasto material e que
resulta agora em um espetáculo original, arrojado e cheio de lirismo.

SERVIÇO
Show “Delírico- O Mundoceano” do artista Guga Costa

Local: SESI Campinas
(Amoreiras) - av. das Amoreiras, 450, Parque Itália
Data e horário:sexta (31/8), às 20h.
Capacidade: 366 lugares e 8 para cadeirantes 
Classificação indicativa: Livre
Informações: (19) 3772-4184 / 4183 / 4100
Entrada franca - os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do início da apresentação.

Congesa Runners realiza 2a etapa

A terceira etapa do Congesa Runners foi realizada no domingo, 26 de agostoO grupo completou um percurso de 6 km no Parque Ecológico, com orientação da assessoria Esportivus e a opção de caminhada ou corrida. O importante é incorporar novos hábitos e manter um estilo de vida saudável!

Festa do Queijo & Vinho da Aeai acontece neste sábado

O presidente da Aeai, Luiz Steiner Fruet,
e sua esposa Irene, na festa do ano passado
Amanhã, dia 1o, acontece a tradicional Festa do Queijo & Vinho da Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Indaiatuba (Aeai), no Indaiatuba Clube. Em sua 29a edição, o evento começa às 21h, com bufê Daud's e animação musical do Grupo Som Especial. O convite individual custa R$ 90,00 e dá direito, além das mesas de petiscos, queijos e sobremesa, a cerveja Bohemia, refrigerantes, água e vinhos tinto, branco suave e frisante. Na saída, café, cookies tortas e bombons.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Impressões sobre Pobre Juan, no Galleria Shopping

Renata Pereira com  coleguinhas da mídia da região
Ontem, quarta-feira, fui ao almoço para a imprensa no Pobre Juan, no Galleria Shopping. A rede paulistana está vindo para Campinas numa bela casas, cujos detalhes gerais vocês podem conferir aqui. Acompanhei Renata Pereira, da revista Sabores do Interior, cujo blog e portal passarei a atualizar, com coberturas e informações sobre a área gastronômica. Como primeira missão, não poderia ter sido melhor.
Após uma saborosa salada, denominada Dracena no cardápio, e chorizos (lingüiças) diversos servidos como entrada (poderiam ter sido identificados para sabermos quais eram quais), veio a hora do prato principal. A maioria optou pelo "prato da casa", o Bife Pobre Juan, um corte especial de noix. A versão menor, de 350 gramas tem também em 400 gramas, uma brutalidade), dá para duas pessoas com apetite normal, ainda mais acompanhadas pelas guarnições de arroz, farofa e papas souflê (deliciosas batatas fritas, estufadas e crocantes). A carne é marmorizada, o que garante o sabor, e muito macia, mesmo do ponto para menos como que pedi. É sério concorrente a Melhor Carne ano que vem na Veja Campinas (desde que os jurados se deem ao trabalho e conferí-la).
Os sócios do Pobre Juan, Rafael Valdívia (2o da esq. para a dir.) e Cristiano Melles
(último, na mesma ordem) almoçando com a imprensa regional

As sobremesas foram uma festa, sendo que todas as indicações da chef eram com doce de leite Havanna. Os proprietários fizeram questão de levar à nossa mesa outras opções que não foram pedidas, só para que degustássemos. Muito bom. Arrematando o banquete, um café gourmet cujos grãos são cultivados na fazenda do sócio Cristiano Melles, em Minas Gerais, selecionados exclusivamente para seus restaurantes.
O charmoso bar para quem quiser comer ou beber sozinho, como é comum na
Argentina e EUA, mas não no Brasil




Como se não bastasse tudo isso, o tinto que acompanhou a carne foi o Alma Negra 2009, um exótico blend de Mendoza da produtora Tikal, que custa R$121 na carta do Pobre Juan. E para harmonizar com as sobremesas foram servidos cálices de Chateau de Malle 2006, um delicioso Sauternes cuja garrafa sai por mais de R$300 na importadora. Voltar à rotina de trabalho à tarde em plena quarta-feira foi quase um castigo...

Mist inaugura hoje à noite em Indaiatuba visando público A


Indaiatuba vive a expectativa da inauguração da Mist, hoje à noite, na Estrada de Itaici. O Light na Night foi até lá para conversar com os sócios Renato Naya e Gonçalo Matarazzo. “Na verdade, são dois empreendimentos: a boate Mist e o bar-restaurante Bartz”, explica Renato. A primeira vai funcionar uma vez por semana, aos sábados, e a segunda, de quinta a domingo.
A primeira tem capacidade para 350 pessoas e tem como público-alvo os moradores de fim-de-semana das chácaras de lazer e Itaici e Helvetia. O estacionamento com manobrista tem 500 vagas (para atender as duas casas) e a consumação será de R$100 para homens e R$40 para mulheres. Haverá camarotes Veuve Cliquot a R$ 1 mil (com lugares para quatro ou cinco pessoas), com direito a uma garrafa de champanhe da marca da viúva, uma vodka Belvedere e energético. “Sempre haverá um top Dj, e o estilo da Mist é a house music estilo Ibiza”, avisa Renato. Para o dia 15 de setembro, por exemplo, já está agendado Rico Mansur.
Já Bartz segue o conceito do Seo Rosa e Kindai, de Campinas como um bar-restaurante balada. Assim como a Mist, é uma marca registrada, com possibilidade de se tornar nacional. “Fizemos consultoria com o Bruno Fischetti (P.J. Clarke’s) para a composição do cardápio, e a cozinha ficará a cargo do Rafael Ramos, que foi do Pasta Gialla”, informa. A cozinha será estilo contemporânea, com alguns petiscos clássicos como pastel e croquete, além de bife de chorizo. As cervejas serão long necks da Ambev. Serão 90 lugares, com ais 10 mesas no charmoso deck. “Ao contrário de outros restaurantes, a cozinha vai funcionar até a 1h30 ou 2h da madrugada”, conta Gonçalo.
Não haverá comunicação entre as duas casas, a não ser na área dos funcionários e no banheiro feminino, onde uma porta será aberta ás 2h30, quando o Bartz fecha, para aumentar a capacidade das toiletes para moças da Mist.
Para a dupla, a passagem pela Up, de Campinas, foi um aprendizado. A casa noturna foi um sucesso enquanto os dois estavam por lá.
O padrão da Mist será estabelecido pelo som exclusivo, da agencia Plus Talent (ex-3Plus Talent), representantes de Life is a LoopFabricio PeçanhaMário Fischetti. O visual da pista também é um diferencial, em que a iluminação da cabine do Dj simulará um equalizador que seguirá o som que está sendo executado.
Mais detalhes sobre a balada só conferindo a partir desta semana.


Update - Para ver a cobertura da Inauguração da Mist é só clicar aqui

Congesa recebe clientes para visita à obra do Pátio Andaluz

Equipe da Congesa no pré-lançamento do Pátio Andaluz,
em novembro de 2010, quando todas as unidades foram vendidas

A Congesa receberá neste fim de semana, 1 e 2 de setembro, os proprietários do Pátio Andaluz para uma visita à obra. O evento faz parte das ações de relacionamento da Congesa com seus clientes e visa apresentar a grandiosidade do canteiro de obras e os detalhes do empreendimento aos futuros moradores. O roteiro inclui visita aos apartamentos de três e dois dormitórios expostos e aos espaços de lazer que serão entregues na primeira fase, em abril de 2013. A segunda fase do Pátio Andaluz será concluída em março de 2014.
Grande case de sucesso do mercado imobiliário da região, o Pátio Andaluz foi totalmente comercializado no pré-lançamento, em 2010, transformando-se em um marco na história de quase 20 anos da Congesa. Com inspiração na região espanhola da Andaluzia, o empreendimento ocupa uma quadra inteira, onde as torres circundam um amplo pátio interno de lazer e convivência. Esse espaço central conta com espelhos d’ água, praças de encontro, pergolados, jardins e inúmeras opções de lazer integradas às torres, todas elas entregues mobiliados e decorados pela Congesa.
A grandiosidade do Pátio Andaluz reflete nos números que envolvem a obra, tanto na geração de emprego quanto no consumo de materiais. No canteiro de obras atualmente são 200 colaboradores, entre próprios e terceiros, sendo que muitos vêm de outras cidades da região. No uso de materiais, os dados impressionam: são 10.500 m³ de concreto; 780.000 blocos e 1.155 toneladas de ferro.
Para executar um empreendimento com a proporção do Pátio Andaluz, o planejamento começa muito antes do início das obras. “São aproximadamente três anos de estudos para definir a área, criar o projeto, executar cada detalhe que envolve o lançamento e, então, iniciar a construção, que leva mais de 30 meses. Na Congesa não há soluções improvisadas, tudo é feito de forma muito planejada”, afirma o diretor de Engenharia, Athos Mazzoni Júnior.
Mais informações sobre a Congesa, visite o site www.congesa.com.br.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Cinema de graça hoje no Teatro Sesi Campinas


Dia 29 ( quarta ) às 17h ( Mezanino ) - o Filme  :
Quebradeiras
Evaldo Mocarzel
BRA, 2008, documentário, 71 min., cor, livre.
Conteúdo: depoimentos.
O documentário retrata a cultura das quebradeiras de coco de babaçu da região do Bico do Papagaio, onde os  Estados do Maranhão, Tocantins e Pará se encontram.


Dia 29 ( quarta ) às 20h  ( Mezanino )- o Filme :

Amanhã Nunca Mais (foto)
Tadeu Jungle
BRA, 2011, comédia dramática, 78 min., cor, 12 anos.
Conteúdo: linguagem chula.

Após ter prometido à sua esposa que buscaria o bolo de aniversário da filha, Walter se depara com uma série de situações inusitadas pelo caminho. O que parecia ser uma simples tarefa, mostra-se muito mais complexa, transformando completamente a vida do pai de família.
Elenco Principal: Lázaro Ramos, Maria Luisa Mendonça, Fernanda Machado, Milhem Cortaz, Luis Miranda, Paula Braun, Anna Guilhermina, Vic Militello, Arthur Koll, Carlos Meceni, Imara Reis, e Victória Guerra.

Local: SESI Campinas (Amoreiras) - av. das Amoreiras, 450, Parque Itália
Capacidade: 366 lugares e 8 para cadeirantes 
Classificação indicativa: Livre
Informações: (19) 3772-4184 / 4183 / 4100
Entrada franca - os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do início da apresentação.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Bolha de Sabão realiza eventos para angariar fundos


Com o intuito de levantar receita para sanar despesas internas e realizar a contratação de um psicólogo e uma assistente social, a entidade Bolha de Sabão promove, em setembro, três ações: Bazar da Pechincha, Tarde da Feijoada e Tarde de Prêmios Beneficente.

O Bazar da Pechincha, que acontece, em sua sede, no dia 8 de setembro, das 8h às 13h, conta com produtos que vão de R$ 1 a R$ 20 e ainda está aceitando doações de roupas, calçados, brinquedos, entre outros itens que estejam em bom estado. No dia seguinte (9), acontecerá na Sociedade São Vicente de Paula, localizada à rua Adélia Philomena Mattione, 42, Jardim Morada do Sol, uma Tarde de Prêmios  Beneficente, quem quiser ainda também pode contribuir enviando brindes para serem sorteados. A Bolha de Sabão promove ainda a Tarde da Feijoada, com venda antecipada e entrega no dia 15 de setembro, das 11h30 às 14h30, na sede da entidade, que fica na rua João Batista Nunes Beccari (antiga 7), 33 Jardim Morada do Sol, Indaiatuba. Vale lembrar que a compra dos vales pode ser realizada na própria entidade ou com seus voluntários.

Para quem ainda não conhece a Bolha de Sabão, que foi fundada 1997, acompanha crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco social, oferecendo oportunidade de educação, cultura, lazer, esporte, cidadania, sociabilidade e solidariedade para crianças carentes. Atualmente atende cerca de 90 crianças. Atualmente a instituição vive unicamente de doações, bazares e venda de pizzas, mas para manter-se em funcionamento necessita de mais apoio financeiro. Para conhecer o trabalho da entidade, realizar doações ou se tornar um Amigo da Bolha, entre em contato com a entidade pelo (19) 3935 4302. Conheça melhor o trabalho promovido pela entidade acessando o site http://www.bolhadesabao.org.br ou a página da entidade na rede social Facebook como Bolha de Sabão.

10ª FeiGIOada do Giovannetti arrecada R$ 44 mil para entidades assistenciais


A 10ª edição da FeiGIOada Solidária do Giovannetti reuniu 850 pessoas no sábado, 25, na unidade Cambuí da tradicional rede de choperias de Campinas, que ganhou cenografia em azul royal e cor-de-rosa, mesmos tons das camisetas dos convidados e staff. O montante arrecadado com a venda dos convites – R$ 44 mil – foi dividido em partes iguais entre a Associação e Oficinas de Caridade Santa Rita de Cássia, o Centro de Educação Especial Síndrome de Down (CEESD), o Movimento Assistencial Espírita Maria Rosa (MAE), o Centro de Terapia da Dor e Cuidados Paliativos Lo Tedhal e a Casa de Maria de Nazaré e será utilizado na manutenção dos trabalhos sociais desenvolvidos pelas entidades.
 
O Trio Caros Amigos, formado por Chiquinho do Pandeiro, Toninho do Bandolim e Prince, ao violão mais uma vez encantou a todos com sua boa música. Acompanhados da cantora Vanessa Costa eles interpretaram sambas, sucessos da MPB e outros gêneros musicais.
 
O bar de caipirinhas da cachaça artesanal Salivana surpreendeu os convidados, que também aproveitaram o delicioso chope Brahma. Foram consumidos 30 barris de 50 litros das 12h às 17h. Outro local bastante disputado foi o camarote do Espaço Turquesa onde as convidadas podiam customizar a camiseta com recortes, laçarotes, adereços, rendas e outros.
 
Durante toda a tarde o campeão brasileiro de mágicas Mauro Morenno circulou por entre as mesas fazendo performances para os convidados. Outra atração à parte foi o premiado artista Paulo Branco que permaneceu fazendo caricaturas das pessoas durante todo o tempo e quase não teve folga.
 
Dezenas de candidatas participaram do tradicional concurso de camisetas, nas categorias Originalidade e Luxo, apresentado pela jornalista Fernanda Neves. A vencedora na categoria Luxo ganhou um par de brincos em prata 950 com banho de ródio, cravejado de ametista, topázio azul e quartzo fumê, doado pela Ricardo´s Design em Metais e Pedras; e a vencedora na categoria Originalidade levou uma corrente com uma argola em ouro amarelo, outra em ouro branco e uma terceira em ouro rosa. 
 
Após o almoço os convidados – em especial as crianças – se esbaldaram com sorvetes Häagen-Dazs nos sabores limão e Baileys. E lá pelo meio da tarde quem também passeou pelo local foi o cão da raça São Bernardo, Beethoven, mascote do Grupo Giovannetti. Acompanhado do adestrador, o simpático cachorro fez a festa das crianças e encantou muitos adultos.
 
Na saída, todos foram presenteados com um kit de copo e bolachas de chope comemorativas à 10ª FeiGIOada.

Cineclube Indaiatuba exibe "A Febre do rato" hoje

Nanda Costa e Irandhir Santos em cena do filme, rodado em preto e branco
"Febre do Rato", terceiro longa de Cláudio Assis ("Amarelo Manga", "Baixio das Bestas") é o cartaz de hoje do Cineclube Indaiatuba, com sessão única às 19h45, seguida por um bate-papo com o público. O título se refere a uma expressão popular típica de Recife, que designa alguém quando está fora de controle, alguém que está danado. E é assim que Zizo, um poeta inconformado e de atitude anarquista, chama um pequeno tablóide que ele publica as próprias custas. Vivendo em um mundo particular, Zizo se depara com Eneida, uma jovem de aproximadamente 18 anos, que instiga e promove a transformação do poeta.
No elenco estão Irandhir Santos (o deputado de "Tropa de Elite 2", que já trabalhou com Assis em "Baixio das Bestas"), Nanda Costa ("Bezerra de Menezes"), Matheus Natchergaele (ator fetiche do diretor, presente em seus tres longas), Juliano Cazarré ("Assalto ao Banco Central", "Bruna Surfistinha") e as veteranas Maria Gladys ("Os Fuzis", "Todas as mulheres do mundo") e Ângela Leal ("Perdoa-me por te traíres", "Zuzu Angel").
Segue uma resenha do meu amigo Clóvis Gruner, ex-jornalista, historiador e professor universitário em Curitiba.

Em sua crítica a “Febre do rato” (2011), do diretor pernambucano Claudio Assis, o crítico Inácio Araújo afirma que se trata de um filme “feito porque tem algo a dizer, não porque tem um negócio a fazer”. A frase me parece sintetizar não apenas este, mas a breve e intensa filmografia de Assis, composta de alguns curtas e de outros dois longas: “Amarelo manga”, de 2002, seu filme de estreia; e “Baixio das bestas”, de 2006. Li recentemente em um site de cinema, uma crítica comparado-o a Glauber Rocha. A aproximação não me parece pertinente: Glauber Rocha e o Cinema Novo, Glauber principalmente, tinham uma dicção politizante, um indisfarçável tom messiânico em sua pretensão a fazer do cinema uma experiência conscientizadora. O pernambucano me parece muito mais próximo do Cinema Marginal, contemporâneo do Cinema Novo mas, diferente deste, despretensioso, debochado, iconoclasta, sem por isso renunciar à sua dimensão crítica e incômoda. Aliás, arrisco dizer que Assis é, no cinema brasileiro atual, o principal herdeiro de um Rogério Sganzerla, que soube como poucos transitar entre a erudição e o escracho, articular o exame crítico e o riso cínico – e quem viu “Luz nas trevas”, esforço bem sucedido de Helena Ignez e Icaro Martins em levar às telas o roteiro que Sganzerla não teve tempo de filmar, sabe do que estou a falar.

Pois bem, assisti “Febre do rato” ontem à tarde. Não sei se é o melhor filme de Assis, não sei se é o que mais gostei, porque oscilo ainda entre este e “Amarelo manga” – “Baixio das bestas”, admito, é o lanterninha da lista. Mas talvez melhor que estabelecer qual o melhor ou de qual gostei mais, seja pensá-lo como o fim de um percurso, iniciado há uma década com “Amarelo manga”. Não sei também se Assis pretendeu compor uma trilogia, mas é assim que percebo este arco de histórias pelo tanto que tem em comum: da paisagem pernambucana – a capital, Recife, em “Amarelo...” e “Febre...”, a Zona da Mata em “Baixio...” –; a alguns “atores fetiches”, principalmente Matheus Nachtengaele, presente nos três filmes, ou Dira Paes, que faz uma ponta neste último; passando pelo olhar que procura apreender as vidas em risco, experiências e vivências marginais, não são poucos os elementos comuns que corroboram para a sensação de que um filme se desdobra em outro, uma história encontra outra.

Por outro lado, cada película carrega especificidades. Em “Amarelo...” são as múltiplas realidades e possibilidades de sobrevivência em uma realidade urbana precária o foco de interesse. Os personagens, em sua maioria vivendo no ou em torno ao Texas Hotel, tem suas existências atravessadas pela violência em suas muitas formas – institucional, econômica, social, simbólica, etc. –; se resistem e sobrevivem a ela o fazem mais por inércia e necessidade. Trata-se de um universo quase estático, praticamente imóvel, incapaz de se transformar e de autorizar qualquer mudança em suas personagens: da primeira à última cena, há uma pobreza, um desamparo, uma impotência que nada nem ninguém podem mudar.

Esta opção é radicalizada em “Baixio das bestas”, dos três talvez o mais contundente, cru em sua violência desmedida e sem vergonha mas que, registre-se, pouco tem a ver com a estetização da violência que é marca de parte significativa do cinema brasileiro recente, de “Cidade de Deus” a “Tropa de elite”. A escolha de deslocar a trama da capital para a Zona da Mata já é em si significativa, porque parece revelar a intenção de tecer uma narrativa ainda mais claustrofóbica e asfixiante que “Amarelo...”. Como bem definiu um crítico à época do seu lançamento, é um “filme parado no tempo de um Brasil arcaico, que se recusa a mudar”. Ao longo de pouco mais de uma hora, somos confrontados com espancamento de mulheres, exploração de menores, pedofilia, sodomia, estupro... Em certo momento, o personagem de Matheus Nachtengaele nos provoca: “Tá sentindo um cheiro estranho? É a podridão do mundo”. Eis, em uma pergunta e sua resposta, aquilo que o filme se propõe mostrar.

Este “Febre do rato” é diferente. Há, por certo, a periferia recifense e os despossuídos que nela habitam. Mas há, por outro lado, uma disposição a afirmar a vida para além de qualquer risco. Zizo – interpretado por Irandhir Costa –, personagem central da história, não é apenas um poeta, mas um poeta que fez de sua vida uma obra de arte: vive intensa e plenamente o que pensa, sente e escreve. Em torno a ele, bebendo cachaça e cerveja, fumando maconha, trepando, orbitam personagens que experimentam, igualmente, modos alternativos de existência. Amigos e libertários – no sentido anarquista da palavra, importante que se registre –, eles são “pobres, pontiagudos, anárquicos”, na feliz definição de Inácio Araújo. A seu modo, e porque vivem e experimentam cotidianamente uma violência que insiste em condená-los à marginalidade, ao risco, à precariedade, o coveiro Pazinho (Matheus Nachtengaele), sua namorada, a travesti Mariana (Tania Guanussi), Eneida (Nanda Costa), entre outros personagens que compõem o lúmpen que interessa ao olhar inquieto de Assis, sabem que a amizade é uma virtude que só se concretiza entre pessoas de bem, que ela não existe onde há crueldade, injustiça e deslealdade.

“Entre os maus há sempre uma conspiração, não uma companhia; eles não se entre-amam, mas se entre-temem; não são amigos, mas cúmplices”, escreveu o jovem Etienne de La Boétie, que foi amigo de Montaigne. Em seu “Discurso da servidão voluntária”, Boétie defende que a cumplicidade é baseada na desconfiança, desconfiança que é também renúncia da liberdade: para merecer a cumplicidade do tirano, é preciso, antes, servi-lo. A amizade, por sua vez, é baseada no amor, no respeito e na confiança, na igualdade entre os pares. Recusa do servir, ela é a condição da liberdade. Visto sob esta ótica, não me parece casual que seja a amizade, em “Febre do rato”, a alternativa possível ao estado de exceção em que estamos, em maior ou menor grau, enredados. E ela transborda por todo o filme: erótica, alegre, sensual, despojada, desbocada, chapada.

Em uma leitura a contrapelo de Giorgio Agamben, o historiador francês Georges Didi-Huberman critica, no filósofo italiano, a ênfase que este dá à destruição da experiência na modernidade, ao ponto de “estabelecer uma espécie de equivalência desencantada entre democracia e ditadura”; recusando-se a ver, diz Didi-Huberman,  alternativa “à assustadora glória do espetáculo”, entendido este último como o equivalente, nas democracias contemporâneas, ao que foi em passado recente a submissão da massa aos regimes totalitários, não resta opção se não definir negativamente o povo e o que quer que ele represente. Contra a “cor sombria, cinzenta, de uma consciência infeliz condenada a seu próprio horizonte, a sua própria clausura”, Didi-Huberman opõe a claridade fugidia, o lampejo do vaga-lume: “Devemos, portanto, nos tornar vaga-lumes e, dessa forma, formar novamente uma comunidade do desejo, uma comunidade de lampejos emitidos, de danças apesar de tudo, de pensamentos a transmitir. Dizer sim na noite atravessada de lampejos e não se contar em descrever o não da luz que nos ofusca”.

Em “Febre do rato” as personagens vivem esta contraditória e corajosa experiência: marginalizados, condenados à exceção, eles fazem da sua existência, de seu cotidiano, uma experiência de recusa e negação – o de viver uma vida nua, desprovida de sentidos e significados simbólicos e reduzida à sua natureza biológica –, que se desdobra na afirmação de uma vida que quer ser plenamente vivida. Não se trata, por isso, de um filme otimista. Mas de uma narrativa que coloca em cena a resistência, a insubmissão, a alegria e a poesia. Elementos que fazem de “Febre do rato” um filme que aborda ainda, sob uma perspectiva única, a atualidade de nosso presente: poucas vezes na nossa história recente carecemos tanto de resistências e insubmissões, de alegria e de poesia. “Febre do rato” é um filme sobre a necessidade, corajosa e incontornável, de viver. É um filme sobre o lampejo dos vaga-lumes a contrastar e desafiar a escuridão cega das muitas noites ou o brilho ofuscante da luz.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Salão de Festas em Indaiatuba

Procurando um Salão de festas em Indaiatuba para realizar seu evento?
O Salão Andaluz de Eventos é uma ótima opção, comporta cerca de 250 pessoas e já tem as mesas e cadeiras de ótima qualidade, além disto possui um amplo estacionamento para comodidade de seus convidados!

Entre em contato por email contato@salaoandaluz.com.br


Para mais informações, veja o vídeo:

VEUVE CLICQUOT NA INAUGURAÇÃO DO CAMPO DE POLO DA FAZENDA BOA VISTA


Ações exclusivas do champagne no amistoso entre os maiores handicaps brasileiros
O champagne Veuve Clicquot, com sua cor símbolo, o “yellow Clicquot”, deu o tom especial à inauguração do campo de polo da Fazenda Boa Vista no último sábado, dia 25 de agosto, em Porto Feliz. Ações que já são sucesso nos inúmeros torneios de Polo da Veuve Clicquot pelo mundo, como os tradicionais Veuve Clicquot Gold Cup, na Inglaterra e o Veuve Clicquot Polo Classic, nos Estados Unidos, encantaram os convidados. 
O champagne circulou generosamente entre os convidados. A marca levou à Fazenda Boa Vista o jogo de Pétanque, tradicional jogo de bocha de St. Tropez, chapéus panamá customizados vindos direto da França e um charmoso bar com itens personalizados. O amistoso de inauguração foi entre a equipe São José Polo-Audi (José Eduardo Kalil, Rodrigo Andrade, Pedro Zacharias e Calão Mello) e a equipe Fazenda Boa Vista, formada por André Diniz, João Paulo Ganon, Luis Paulo M. Bastos e Ricardo Mansur. Como de costume dos campeonatos de polo, após a partida, a Veuve Clicquot transformou o evento em uma grande festa para assistir o sunset no terraço do Hotel Fasano Boa Vista.  Cheers!  





CASA COR CAMPINAS 2012


CASA COR CAMPINAS 2012
Com o tema MODA. ESTILO. TECNOLOGIA, a CASA COR CAMPINAS 2012, a mostra ocorrerá
entre 19 de outubro e 25 de novembro, no prédio pertencente à Arquidiocese de Campinas,
imóvel que abrigou a Cúria Metropolitana.


CASA COR CAMPINAS 2012
Data: 19 de outubro a 25 de novembro
Local: Rua Irmã Serafina, 88, Bosque. Campinas / SP


Domingão no Quiosque do Parque

Final do fim de semana no Quiosque do Parque Ecológico, dos amigos Carlinhos e Valério. Região do Parque Temático lotado em domingão de sol. No verão, vai bombar.

Muita gente aproveitando o domingão no Parque

Rolou até peça gospel ao ar livre

Já à noite, a menina Camile com sua amiguinha Mel

Aniversário de Marcelo Ilhéu Pereira

Marcelo Ilhéu Pereira comemorou seu aniversário domingo, dia 26,no clube da GM, reunindo amigos num churrasco que teve o ótimo grupo de samba Panela Preta e o pioneiro do pagode paulista, Biro do Cavaco.
Muita animação e alegria num bela tarde de domingo.

O aniversariante Marcelo com o ídolo Biro do Cavaco


Biro do Cavaco e Marcelo Ilhéu entre Du Tonin e Alexandre Peres, os candidatos da chama PT-PDT à Prefeitura

O aniversariante agradecendo os amigos e emendando uma canja

O Panela Preta atacou diversos clássicos do samba
Biro do Cavaco interpretando a indefectível "Jéssica" 

Jona, Tiganá e Dú Tonin

Chris Venero e Daniela Pellizari

Adriana Wanderley com o marido Alex

Estela e Ana Paula curtindo um samba
O presidente do Clube 9 de Julho, Hélio Roberto de Castro, com a esposa Luzia e os amigos Elaine e Silas